Assim como nos hospitais, o tratamento do lixo de clínicas veterinárias e pet shops exigem cuidados especiais para serem recolhidos, uma vez que apresentam objetos que podem ser perigosos para os seres humanos, meio ambiente e também para os pets, caso estejam contaminados. Por causa disso, existem procedimentos que são exigidos pela legislação com o objetivo de regular o descarte dos materiais utilizados nesses espaços. 

As clínicas veterinárias são obrigadas a ter um plano de gerenciamento desses resíduos, que devem ser separados de acordo com as suas características físicas, químicas, biológicas, estado físico e riscos envolvidos. O tratamento e disposição final do lixo deve ser planejado segundo às regras da ANVISA, e funciona de modo similar ao que é estabelecido para os resíduos de serviço de saúde em hospitais – acondicionados em sacos plásticos, impermeáveis, resistentes à ruptura e vazamento, com identificação de seu conteúdo, diferindo-se apenas em suas cores.

Os grupos também são divididos de maneira similar com os de saúde: entre infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfuro-cortantes. Além deles, também existe o Grupo F, classificado como “pets”, que engloba os animais inteiros mortos naturalmente ou submetidos à eutanásia. Neste caso, o acondicionamento é realizado por bombonas, caçamba com tampa e lacre, ou ainda qualquer outro recipiente resistente, impermeável e de fácil identificação.

A exigência para hospitais e clínicas veterinárias é que elas mantenham equipamentos de refrigeração para a manutenção de restos de tecido e cadáveres de animais, até seu recolhimento pelo serviço de coleta especializada. Embora os tutores desejem prestar uma última homenagem aos companheiros, muitos não os destinam de maneira correta. Por isso, é necessário orientá-los sobre os perigos de possíveis contaminações que o sepultamento em local inadequado pode causar.

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