Os métodos de tratamento dos resíduos de serviços de saúde permitem a desinfecção e esterilização de agentes infectantes. Eles estão divididos em dois grupos, os térmicos e químicos, sendo a autoclavagem e a incineração os mais recorrentes – ambos processos térmicos que utilizam do aumento da temperatura para destruir ou inativar microorganismos patogênicos. Mas, qual é a diferença entre eles?

Na autoclavagem os resíduos infectados são mantidos a uma temperatura elevada e em contato com o vapor de água, para destruir os microorganismos presentes no material contaminado ou reduzi-los a um número que não represente risco à saúde. O processo inclui ciclos de compressão e descompressão que facilitam o contato entre o vapor e o material infectado. Neste cenário, a temperatura atinge 135 graus.

Além disso, a autoclave tem alto grau de eficiência, é um equipamento simples de operar e conceitualmente similar a outros normalmente utilizados em estabelecimentos de saúde, as autoclaves para esterilização.

Já a incineração consiste na redução de peso e volume do lixo através da combustão controlada em equipamentos que operaram a temperaturas próximas de 900 graus. Durante essa combustão, o oxigênio é “queimado” juntamente com os resíduos, liberando luz e calor. Neste caso, ele age como comburente, alimentando a combustão, e os resíduos atuam como materiais combustíveis.

Por meio da incineração é possível destruir qualquer material que contém carbono orgânico, incluindo os patogênicos, e produzir uma redução importante de volume dos resíduos, cerca de 80% a 95%.

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